Qual era o problema?
Conhecimento fragmentado e desalinhamento entre design, documentação e código.

Playbook 2.0 · InChurch
Contexto, Design System, agentes e código para transformar a evolução de um SaaS B2B em uma capacidade contínua de entrega.
Conhecer o projetoO projeto em quatro perguntas
Conhecimento fragmentado e desalinhamento entre design, documentação e código.
Diagnostiquei o gargalo, propus o Playbook e estruturei a arquitetura de contexto.
Conectar regras e decisões à entrega; manter supervisão humana sobre agentes e produção.
DSV3 em produção, três idiomas, light e dark, agentes e entregas rastreáveis.
SaaS B2B · Design Ops · AI Product Building
A InChurch é um SaaS B2B white-label utilizado por igrejas de diferentes portes. Segundo a empresa, suas soluções atendem mais de 45 mil igrejas em 32 países.
Escala da operação, não resultado atribuído a este projeto. Fonte: InChurch · consultada em 1 de outubro de 2026.
A plataforma reúne módulos financeiros, gestão de pessoas e membros, ministério infantil, células, eventos, e-commerce e integrações. Uma alteração aparentemente simples podia afetar diferentes jornadas, regras de negócio, perfis de acesso e configurações de marca.
Com o crescimento da operação, também cresceu o custo de manter consistência entre experiência, Design System, documentação e código.
Minha atuação
Diagnóstico, estratégia, arquitetura de contexto, UX, governança e validação.
Dados e artefatos sanitizados.
“Design era visto como execução, não como estratégia.”Realidade pré-Playbook

01 / Playbook 2.0
Na ponta, o desalinhamento virava atrito.
No fluxo de doação pelo Totem, estados genéricos de processamento e erro deixavam o usuário sem saber se a operação havia sido concluída. A incerteza aumentava a busca por ajuda e a dependência da equipe da igreja.
Tornamos os estados mais explícitos, preservando velocidade sem comprometer segurança e compreensão.
02 / Playbook 2.0
O gargalo não era desenhar. Era preservar contexto até a produção.
Conhecimento fragmentado
Regras importantes viviam na memória de poucas pessoas.
Fontes de verdade concorrentes
Figma, documentação, DS e código podiam representar versões diferentes da mesma decisão.
Baixa rastreabilidade
Era difícil entender por que uma decisão existia e como deveria ser implementada.
Entrega dependente de alinhamento manual
Cada nova iniciativa exigia reconstruir contexto.
06 / Playbook 2.0
Nada chegava à produção sem o time.
07 / Playbook 2.0
03 / Playbook 2.0
Antes de virar contexto para agentes, o Playbook foi contexto para o time.
Propus o Playbook 2.0 como uma fonte compartilhada de regras, decisões, padrões e critérios de qualidade.
A iniciativa foi abraçada pela liderança e recebeu apoio de uma nova frente de trabalho. Junto a outros dois designers, consolidamos conhecimentos que estavam distribuídos entre arquivos, processos e pessoas com diferentes tempos de casa.
O objetivo não era produzir mais documentação. Era construir uma base capaz de acompanhar a entrega e reduzir a perda de contexto entre produto, design e engenharia.
Não era apenas um “guia de estilos” bonito. Era um sistema operacional que responderia:
Como trabalhamos? Por quê? Quando? Com quem?
04 / Playbook 2.0
Documentar o contexto foi o começo. O próximo passo era torná-lo executável.
Como permitir que agentes trabalhassem com regras reais do produto sem perder segurança, consistência e supervisão humana?
05 / Playbook 2.0
Uma camada compartilhada entre decisão, interface e código.
O agente não decidia o que deveria ir para produção. Ele ampliava a capacidade de execução dentro de um contexto e de limites definidos pelo time.
08 / Playbook 2.0
Automação com limites, testes e rastreabilidade.
09 / Playbook 2.0
Evidências da transformação
10 / Playbook 2.0
11 / Playbook 2.0
Estas medidas permanecem em acompanhamento. Não apresento percentuais de eficiência ou redução de retrabalho como resultados comprovados sem base e período definidos.
13 / Playbook 2.0
14 / Playbook 2.0
12 / Playbook 2.0
O resultado não foi apenas um novo Design System ou um conjunto de agentes.
Foi a criação de uma capacidade que a empresa perseguia havia anos: transformar contexto complexo em decisões consistentes e fazer essas decisões chegarem ao produto.
A principal mudança não foi desenhar mais rápido.
Foi permitir que design, produto e engenharia trabalhassem sobre a mesma realidade.

Design, contexto e responsabilidade
Identifiquei por que o redesign não chegava ao produto e ajudei a estruturar, com um time enxuto, uma nova capacidade de entrega baseada em contexto, governança, agentes e revisão humana.
Conversar sobre o projetoSe você é recrutador e deseja assistir uma apresentação desse trabalho na íntegra, vamos conversar.
Próximo projeto: Gestão de Publicidade