Uma identidade para o momento atual.
Minha trajetória começou no desenvolvimento web e se ampliou para pesquisa, estratégia, Product Design e construção com IA. O redesign da minha marca organiza esse repertório para tornar mais clara a forma como penso e contribuo.
O desafio era conectar posicionamento e expressão: uma identidade autoral, legível e humana, capaz de sustentar tanto uma interface quanto a apresentação de uma decisão de produto.
Da direção da marca à experiência.
Este case apresenta a evolução da minha própria marca, usando o Brand Guidelines V4 como referência atual. O posicionamento é aplicado à linguagem, à arquitetura do portfólio, à identidade e à forma de apresentar os projetos.
A narrativa dá espaço ao contexto, à contribuição pessoal e aos artefatos de cada trabalho. Minha atuação em equipe aparece com seu escopo, e as construções autorais têm espaço próprio.
Três territórios. Uma camada humana.
Produto. Traduzir complexidade em escolhas e experiências compreensíveis.
Evidência. Aproximar pesquisa, comportamento, testes e aprendizados da decisão — incluindo a clareza sobre o que foi observado e o que não teve medição.
Tecnologia. Conectar design e construção, com IA como parte do repertório e decisão humana como fundamento.
A camada humana atravessa esses territórios: fotografia real, linguagem direta e presença autoral aproximam a especialidade das pessoas com quem trabalho.
Um sistema para diferentes aplicações.
A assinatura principal prioriza legibilidade. Sinais editoriais permitem expressar os territórios de conteúdo sem prender toda a linguagem ao logotipo. Preto e off-white sustentam a composição; laranja funciona como sinal de atenção.
Arquitetura da assinatura

Paleta e hierarquia de cor

O portfólio como aplicação do posicionamento.
O sistema ganha expressão neste website: contraste entre seções, header com glassmorphism, fotografia atual e texto editorial. Os cases aprofundam problema, decisões e entregas, enquanto a trajetória apresenta aprendizados e ampliação de repertório.
O movimento tem função na leitura: entradas breves, destaque às capas e progressão dos processos. Controles manuais e respeito à preferência por movimento reduzido preservam a autonomia de quem navega.